Batendo à Porta Certa, em França.

Hoje, em Sète, vi um casal a passar em frente ao café onde bebia o meu “pastiss”.

Ela era “redondinha”, cabelo louro platinado, não sei se era pintado. Branca como cal. Ele o oposto, pele e barba “latino style”. Não era magro, mas estava bastante mais em forma do que ela. Era até bem-feito.

Caminhavam devagar, de braço dado. Os rapazes, semi-adolescentes – que deviam ser os filhos – de braço dado também, um de cada lado deles os dois. Ela olhava o céu enquanto caminhava, segurando uma bengala. Era cega.

O que é que muitos ou muitas, para não dizer todas, as mulheres inicialmente pensariam ao verem este casal?… Gorda, não muito interessante fisicamente, e cega, numa relação que parece ser de amor, com um homem mais bonito, e com dois filhos? Como é que ela encontrou o Amor?

E logo a seguir penso nas pessoas a limitação dela, ou com outras condições de saúde, que perderam a esperança em encontrar o Amor por causa dessas mesmas limitações.

E mais uma vez percebo que o amor é algo que acontece, não importa a quem, ou quando, ou como. E depois, que se constrói. Aliás, se assim não fosse, não haveria tanta gente “perfeita” que está sozinha, ou de coração partido. Ou os dois.

Nunca é tarde para viver e encontrar o Amor. 
Ou ele encontrar-nos a nós.
Mas, a porta tem de estar aberta.
Senão… irá pensar que não está ninguém em casa e irá bater a outra.
Elisa de Lima, Sète, França, 06.07.2023



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